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Todos nós conhecemos, ou ouvimos falar de alguém com mania de limpeza, de organização. Alguém que, sempre ao sair de casa, volta várias vezes para conferir se fechou direitinho as portas e janelas, tem mania de lavar as mãos a toda hora e de tomar banho várias vezes ao dia. Pois pode ser que esse alguém tenha transtorno de personalidade obsessiva compulsiva. As características não param por aí.

Essas pessoas são extremamente perfeccionistas e detalhistas com tudo a sua volta de forma que chega a afetar suas relações interpessoais. São viciadas em trabalho a ponto de transformar uma simples viagem de férias na praia ou acampamento, numa verdadeira expedição de pesquisas envolvendo todos, só para não perder seu precioso tempo. Chega até a ser engraçado, se não estragasse as férias dos outros com sua rigorosidade em cumprir horários em plenas férias.

Por não confiarem muito na capacidade das pessoas, raramente conseguem atribuir-lhe totalmente tarefas. Geralmente são “econômicas ou precavidas”, não gastando dinheiro sem necessidade, como elas mesmas dizem. Acabam por viver num padrão de vida bem abaixo do que podem ter, só para evitar “desperdício” ou guardar para quando precisar de verdade.

Tudo a sua volta deve seguir de acordo com seus padrões, são muitas vezes radicais em suas relações interpessoais, sendo capazes de exigir de uma criança, atitudes de adulto perante algumas situações.

No relacionamento a dois, a pessoa amada deve sempre andar sob seu domínio, isto é, de certa forma sob seu controle nos horários, maneira de vestir, com quem e aonde vai e até seus gastos. Tais atitudes muitas vezes, são confundidas com crises de ciúmes, mas não é. É simplesmente uma forma de manter as coisas sob seu ritmo e controle, sob sua organização, de ver que tudo está perfeito.

Transtorno de personalidade obsessiva compulsiva

É rigorosa quanto a ética e valores morais, obrigando as pessoas de seu convívio a obedecer a regras na rotina diária, pois são a seu ver, elas mesmas são disciplinadas ao extremo. Mas esses cuidados exagerados muitas vezes as impedem de concluir muitos projetos deixando-as embaraçadas com tarefas de última hora.

Muito preocupadas com pequenos detalhes no dia a dia, acabam por esquecer-se de compromissos importantes. Como raramente confiam na competência de alguém para ajudar nas atividades diárias, acabam sempre sofrendo sozinhas.

As causas desse transtorno, sempre vêm do passado, geralmente de algum fato ocorrido na infância onde, a pessoa pode ter sofrido algum trauma como violência, humilhação, rejeição. Na maioria dos casos essas pessoas com transtorno de Personalidade obsessiva compulsiva, são bem sucedidas profissionalmente.

Será que todos nós, temos esse transtorno. Pelo menos uns poucos dessas manias todos temos. Em casos de suspeita, o correto é procurar orientação adequada. Somente um médico especialista pode diagnosticar e se for necessário, tratar corretamente.

*diariofeminino

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A maioria de nós começa um relacionamento com expectativas, de que é uma coisa boa e absolutamente necessária. Porém, assim como é necessário ter expectativas, é igualmente imperativo aceitar certos aspectos de seu relacionamento. Aliás, qualquer tipo de relação sem aceitação está condenado desde o começo. Se você pensar nisso, seu relacionamento consigo mesma também não seria possível sem aprender a aceitar quem você é.

Então, por que todo mundo espera se apaixonar por outra pessoa sem aprender a aceitá-la também? Comece a fazer esse exercício já, veja como:

Para o sucesso do relacionamento

1. Aceite suas diferenças

Vocês obviamente têm muito em comum ou então o relacionamento não teria durado tempo suficiente para você considerar aceitar as diferenças. Pense nelas como um trunfo: as diferenças que existem em um relacionamento devem ser acolhidas sem medo ou repulsa porque são o que ajudam a manter a conexão sempre viva e divertida.

2. Aceite que você não pode mudar ninguém

Mudanças genuínas só acontecem quando as pessoas querem mudar. Permita que as pessoas sejam quem são ou você corre o risco de fazer ambos infelizes tentando moldar seu parceiro naquilo que você acredita ser o que melhor se adapta às suas necessidades.

3. Aceite desculpas

O perdão é um ponto chave de um relacionamento bem-sucedido. Não, não é aconselhável que você acabe relevando tudo, mas a compreensão de que as pessoas cometem erros elimina algumas das pressões para tentar alcançar a perfeição.

4. Aceite que você não é a dona da verdade

Não se trata de aceitar que você pode estar errada no seu argumento. Apenas compreender que você não é a imagem da verdade ou muito menos de perfeição também. É provável que você cometa tantos erros quanto seu parceiro. O próximo passo é aceitar que você terá que se desculpar um dia.

5. Aceite que amar é compartilhar

Embarcar em um relacionamento sério é mesclar duas vidas. A história que você e seu parceiro estão construindo juntos é um equilíbrio entre suas duas existências e nenhuma pessoa deve perder sua identidade. Em vez disso, o relacionamento deve formar uma nova identidade que englobe os dois como um casal.

6. Aceite seus próprios erros

Antes de exigir mudanças no outro, busque as mudanças em você mesma. E o primeiro passo é reconhecer os erros. Quem acredita que os problemas são sempre do outro, não possui maturidade emocional e pode depositar suas expectativas e frustrações no outro até o fim da vida, sem reeditar sua história.

7. Aceite o amor

Muitos se cobram demais, buscam errar pouco e são mais preocupados com o que os outros vão pensar do que em suas próprias atitudes. Porém, se não houver proteção emocional, a maioria acaba se cobrando excessivamente e, consequentemente, cobrando do outro também. Ser tolerante e paciente consigo é fundamental para proporcionar reflexão às outras pessoas e provocar mudanças comportamentais. Doe-se sem reservas, e não espere a contrapartida como reforço.

Bolsa de Mulher – Relacionamentos – Vix

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A doença ou mal de Alzheimer, é uma doença degenerativa que afeta o cérebro, atingindo principalmente o funcionamento da memória fazendo com que a pessoa portadora perca as noções de espaço e tempo.

Atinge a terceira idade acima dos 65 anos e de acordo com pesquisas quanto mais avançada a idade, maiores são os riscos e seu índice aumenta na população acima dos 85 anos, causando atrofia do cérebro e aumento de riscos de infecções de garganta. É uma doença degenerativa do organismo que afeta principalmente os neurônios e não é contagiosa nem infecciosa. Continue Lendo…

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Ouvir falar, com certeza toda mulher já ouviu. Mas será que todas sabem o que é, e como está sua autoestima? Primeiro, vamos conhecer, para entender o que é a autoestima de cada uma.

Autoestima é o conceito que você tem de si mesma, é como você se vê. Pode parecer algo banal, mas tal atitude faz muita diferença na hora de enfrentar desafios.

Se você se sente inferior incapaz e não gosta do que vê quando se olha no espelho, Cuidado!. É hora de avaliar como anda sua autoestima, pois certamente, diante desses sintomas ela está abalada e isso pode fazer com que perca grandes chances na vida, em todos os sentidos. Continue Lendo…

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