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Foi assinado, na manhã desta segunda-feira, o termo para a revitalização do Rio das Velhas. O pacto reúne o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH-Rio das Velhas), as prefeituras que integram a bacia, a Copasa e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad).

O lançamento do programa, chamado Revitaliza Rio das Velhas, marca a abertura da Semana do Meio Ambiente 2017. O evento foi realizado no auditório da Copasa, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. O objetivo do projeto é a recuperação e a preservação do rio e passa pela implantação do sistema de tratamento terciário do esgoto das estações da capital mineira.

“O Rio das Velhas é um rio muito importante para a economia mineira, para a população que está em seu entorno, mas também para a segurança ambiental. Nossa ideia é buscar formar projetos que solidifiquem uma trama verde e azul – água e floresta – para que dê garantia da manutenção das nossas nascentes, das áreas de recarga, que são inclusive  muito importantes para o abastecimento público da região central e metropolitana”, afirma o secretário-adjunto de Meio Ambiente de Minas Gerais, Germano Vieira.

A assinatura do termo ocorre depois da terceira edição da expedição “Rio das Velhas, Te Quero Vivo”, que percorreu mais de 100 quilômetros de caiaque, de Ouro Preto a Santa Luzia, e foi acompanhada pela equipe do Estado de Minas. Além do cenário de poluição do curso d’água, a reportagem também constatou deficiência na fiscalização. Questionado, Vieira informou que a situação deve mudar. “O que vai mudar é a estratégia de fiscalização. Não importa ‘mais fiscais’, mas uma estratégia correlacionada com outras instituições de controle também, com a Polícia Militar, com a Polícia Civil. Quando é o caso, inclusive, com ações do Ministério Público Estadual, e quando for o caso também com a própria Justiça Federal, quando estivermos tratando de garimpos ilegais, extração de minério ilegal, para que todas essas instituições possam, de uma maneira coordenada, atuar na fiscalização do Rio das Velhas”, disse.

Também presente na assinatura, o diretor de Operação Metropolitana da Copasa, Rômulo Perilli, anunciou um investimento da Copasa no tratamento de esgoto ao longo da bacia. “Agora ainda temos 30% de todo esgoto coletado nas cidades da bacia do Rio das Velhas lançado no curso d’água. É esse projeto que vamos fazer agora. A Copasa pretende, nos próximos cinco anos, investir R$ 600 milhões em obras estruturantes nessas bacias, nessas cidades, para recolher e tratar esgoto”, destacou.

Alex Salvador, prefeito de Itabirito, esteve na capital respresentando os prefeitos da Bacia do Alto Rio das Velhas. “Uma das coisas que fizemos foi conseguir tratar nosso esgoto, 75% do nosso esgoto é tratado. Mas, foi uma batalha. Entendo a batalha dos outros prefeitos, mas é preciso a boa vontade e a disciplina da sociedade, não apenas do governo e das prefeituras”, comentou.

O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas, Marcus Vinicius Polignano, ressaltou a importância da iniciativa firmada hoje. “O rio só se manterá vivo se o entorno viver. As serras da Moeda, da Gandarela, das Andorinhas, precisam ser preservadas, pois delas vêm as nascentes e as áreas de recarga. O programa é uma sequência que vai desde o controle desse passível ambiental. Queremos tratar 100% dos esgotos do Alto Rio das Velhas, de Rio Acima, Raposos, Nova Lima”, enfatiza.

EXPEDIÇÃO A expedição pelo Velhas é promovida pelo Projeto Manuelzão e pelo CBH-Rio das Velhas para a revitalização do manancial. As outras duas ocorreram em 2003 e em 2009 e a partir delas o estado e alguns municípios se comprometeram com ações que visavam tornar o rio limpo o suficiente para voltar a ser navegável, servir de habitat para peixes que possam ser pescados e consumidos e ainda uma fonte de banho para o lazer dos ribeirinhos. Houve avanços, como a construção das estações de tratamento (ETEs) dos ribeirões Arrudas e Onça, capazes de remover os poluentes de 60% do esgotos de Belo Horizonte. Mas as chamadas metas 2010 e 2014 não conseguiram nenhum dos grandes objetivos. (Com informações de Mateus Parreiras)

*Estado de Minas

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A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, informou hoje que a política britânica identificou os três responsáveis pelo ataque terrorista na Ponte de Londres ocorrido no fim de semana.

Com a promessa de lançar uma nova ofensiva contra extremistas, a premiê disse que a ameaça do extremismo islâmico é um dos mais graves enfrentado hoje pelo Reino Unido. “Estamos liderando esforços internacionais para lidar com e derrotar a ideologia do extremismo islâmico pelo mundo”, afirmou May, que falou durante evento de campanha em Londres. “Mas à medida que a ameaça se desenvolve, nossa resposta deve fazer o mesmo. Não podemos continuar como estamos”, acrescentou.
A campanha eleitoral no Reino Unido foi retomada nesta segunda-feira, após ter sido suspensa devido ao ataque do fim de semana. Na quinta-feira (08), o país realiza eleições gerais.

May também afirmou que o nível de alerta de terror do Reino Unido continuará em “severo”, a segundo maior categoria, ressaltando que medidas de segurança adicionais foram implementadas em torno da região central de Londres.

A primeira-ministra disse que as identidades dos autores do ataque, que foram mortos oito minutos após a polícia ter sido alertada do incidente, são de conhecimento da força policial, mas ainda não será divulgadas publicamente.

O ataque na Ponte de Londres, ocorrido no sábado, deixou sete pessoas mortas e dezenas de feridos, vários dos quais estão hospitalizados em estado crítico. Ontem, o grupo militante Islâmico atribuiu o atentado a uma “unidade secreta” sua, mas a informação ainda não pôde ser confirmada de forma independente.

Nos últimos três meses, o Reino Unido sofreu três ataques terroristas, dois dos quais na capital inglesa e um em Manchester.

Estado de Minas

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As dificuldades incluem a perda de apoio no Congresso Nacional, a saída de ministros e uma coleção de pedidos de impeachment

O presidente Michel Temer (PMDB) chega nesta terça-feira ao banco dos réus do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em pleno inferno astral. Desde 17 de maio – quando foram divulgadas gravações de conversas entre o peemedebista e o empresário Joesley Batista, dono da JBS – ele vem se desdobrando para apagar pequenos e grandes incêndios em seu governo. Os entraves incluem a perda de apoio no Congresso Nacional, a saída de ministros, uma coleção de pedidos de impeachment e a repercussão negativa da convocação das Forças Armadas para num dia em que manifestações levaram a incêndios, desta vez literalmente, de ministérios em Brasília.

O ápice do pesadelo até agora talvez seja a autorização concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin para que a Polícia Federal tome o depoimento de Michel Temer no inquérito que apura o conteúdo das delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista. A defesa do presidente havia recorrido ao STF contra a tentativa da PF de ouvi-lo, sob o argumento de esperar a perícia que atestará a veracidade dos diálogos – o que não deixa de ser uma estratégia para ganhar tempo. No entanto, os advogados não conseguiram convencer o ministro. Assim que receber os questionamentos, Temer terá 10 dias para respondê-los, por escrito.

Antes do revés no STF, Temer já vinha sendo derrotado em outras batalhas. No dia seguinte à divulgação das gravações, perdeu o apoio no Congresso de 13 parlamentares do Podemos (novo nome do PTN). O partido foi o primeiro a romper com o governo. Atitude seguida pelo PSB, que ainda decidiu apoiar a proposta de emenda à Constituição (PEC) em tramitação na Câmara, que prevê a realização de eleições diretas em caso de vacância dos cargos de presidente e vice até os últimos seis meses de mandato.

O PSB, no entanto, manteve o cargo de ministro de Minas e Energia, com Fernando Coelho. “A saída do ministério, como orienta meu partido, não contribui para a construção de uma solução para a crise que enfrentamos”, afirmou o ministro, em nota. O PPS adotou postura semelhante. Embora tenha defendido a renúncia de Temer e a convocação de eleições diretas para seu sucessor, manteve Raul Jungmann na Defesa, pela “relevância” de sua atuação. O presidente nacional da legenda, Roberto Freire, no entanto, entregou o Ministério da Cultura.

Sei o que fiz A avalanche causada pelo conteúdo das gravações gerou a expectativa de uma renúncia de Michel Temer já em 18 de maio. Mas no esperado discurso feito às 16h, o presidente foi curto e grosso: “Não renunciarei.  Sei o que fiz”. Mesmo tom foi adotado no dia 20, quando fez novo pronunciamento para anunciar que pediria a suspensão do inquérito aberto contra ele.

Na semana seguinte, centrais sindicais e grupos de esquerda organizaram a marcha Ocupa Brasília, que defendeu a renúncia e convocação de eleições diretas. O  ato começou pacífico, mas esquentou no início da tarde com um conflito entre policiais e manifestantes na Esplanada dos Ministérios. De um lado, barricadas. Do outro, bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha.

O saldo da violência foi incêndios e depredação de prédios públicos. Michel Temer então baixou um decreto convocando as Forças Armadas para fazer a segurança na Esplanada dos Ministérios. A medida gerou muitas críticas e levou a um mal-estar com a Câmara dos Deputados.

Ao anunciar a convocação das tropas, Raul Jungmann afirmou que atendia a um pedido do presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Logo depois desfez o que chamou de “engano”. “O presidente da Câmara não tem responsabilidade nenhuma, foi uma decisão operacional que tomamos e o conflito de versões está esclarecido”, disse.

Maia, na verdade, havia solicitado a Força Nacional de Segurança para garantir a continuidade dos trabalhos no Congresso. Que, aliás, também teve um dia quente, com muito bate-boca entre os parlamentares. No dia seguinte o decreto foi revogado “considerando a cessação dos atos de depredação e violência e o consequente restabelecimento da Lei e da Ordem no Distrito Federal, em especial na Esplanada dos Ministérios”, dizia o texto.

Impeachment Depois de enfrentar os protestos do povo, foi a vez de Temer se deparar com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A entidade apresentou na Câmara dos Deputados o 17º pedido de impeachment contra ele, acusado de crime de responsabilidade e violação do decoro do cargo. Em meio à crise, passou a ser meta de Temer ter no Ministério da Justiça alguém com interlocução no Judiciário.

Dessa forma, no final de maio, o governo anunciou que a pasta seria comandada por Torquato Jardim, visto como alguém que tem interlocução no STF e mais pulso para interferir no comando da Polícia Federal. Ao deputado federal licenciado Osmar Serraglio, que respondia pela Justiça, foi oferecido o Ministério da Transparência – até então nas mãos de Torquato. Em carta, Serraglio recusou o convite e anunciou a volta ao mandato na Câmara dos Deputados.

No sábado passado, novo revés, com a prisão do ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, flagrado com mala de R$ 500 mil – propina que o Ministério Público acredita ser destinada a Michel Temer. Advogados do ex-deputado, no entanto, já disseram que não há o que delatar.

Economia Na tentativa de afastar os holofotes da crise política, Michel Temer tem usado a economia como trunfo. Em vídeo publicado na internet na quinta-feira passada, ele ressaltou o crescimento de 1% do PIB nos três primeiros meses do ano em relação ao trimestre anterior – depois de oito quedas consecutivas. Para ele, os números marcam o “renascimento da economia”.

No primeiro pronunciamento feito depois da divulgação da delação da JBS, Temer ressaltou os indicadores de queda da inflação e dados de geração de empregos, que estavam levando a “esperança de dias melhores”. “Contudo, a revelação de conversas gravadas clandestinamente trouxe de volta o fantasma de crise política de proporção ainda não dimensionada”, discursou.

*Estado de minas

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Continuam as buscas pelo bando que fez 18 pessoas reféns em uma empresa de valores e fugiram levando uma grande quantia de dinheiro, na manhã desta sexta-feira (2), em Juiz de Fora, na Zona da Mata. A ação da quadrilha teve início na noite anterior, quando um gerente foi sequestrado e parentes de vigilantes foram ameaçados para que a entrada na empresa acontecesse.

De acordo com as informações da Polícia Militar (PM), eles foram acionados por volta das 9h35 de sexta na sede da empresa Brink’s, que fica no bairro Cerâmica, às margens da BR-267. Lá os militares foram informados por um gerente que saiu do trabalho por volta das 18h10 de quinta-feira e, quando chegou ao estacionamento de seu prédio, cerca de meia-hora depois, foi abordado e rendido por dois indivíduos armados de pistolas.

O funcionário foi levado até o carro dos autores, onde ficou por cerca de 20 minutos, enquanto os suspeitos foram até o apartamento do gerente e renderam sua esposa e o motorista dela. Foi então que os homens informaram que sabiam tudo sobre a vida da vítima, sua rotina de trabalho, que o seguiram várias vezes quanto ele foi até Belo Horizonte, perguntando então como fariam para conseguir entrar na empresa de valores.

Com a negativa do gerente, que alegou que os vigilantes não abririam a porta de entrada, os assaltantes colocaram a vítima no porta-malas de um veículo foram até um cativeiro, onde fizeram refém o caseiro de um sítio e a esposa dele. Sob constante ameaça de morte, os bandidos entregaram o telefone para a mulher do gerente e disseram então que o filho do casal foi rendido na capital mineira e que ele morreria se o pai não colaborasse com a quadrilha.

As vítimas foram torturadas física e psicologicamente durante toda a permanência no cativeiro, que fica em um condomínio no bairro Granja do Sol, para que passasse informações da empresa que facilitariam a entrada. Por volta das 5h de sexta, eles saíram do sítio e foram até a cada de um dos vigilantes da Brink’s, que também foi rendido juntamente com sua família e, em seguida, foram para a sede da empresa.

Ainda conforme a PM, o vigilante era aquele que assumiria o lugar do vigia que fez o turno noturno, sendo que assim que ele entrou para o trabalho, os suspeitos fizeram uma ligação para ele mandando que o portão fosse aberto. Foi então que os 12 homens, armados com pistolas e até fuzis, invadiram a empresa e fizeram todos os funcionários reféns, que foram obrigados a entrar em um banheiro e ficarem de joelho enquanto eles carregavam o dinheiro que estava em um cofre.

Quadrilha levou cerca de 5 milhões entre reais, euros e dólares

As informações colhidas pela PM com os funcionários feitos reféns indicou que a quadrilha conseguiu fugir com cerca de 5 milhões entre notas de real, euro e dólar. Todo o dinheiro foi colocado em um Fiat Uno do gerente que foi o primeiro a ser rendido e, logo em seguida, fugiram em um comboio com diversos veículos fazendo a escolta.

Outra informação repassada pelas vítimas foi que eram cerca de 12 autores que estavam encapuzados e o homem que parecia liderar o grupo tinha sotaque nordestino. Além disso, durante o roubo, um indivíduo vestido com uniforme da Telemont chegou a colocar uma escada em frente à empresa e cortou o fio de internet, o que impediu que a ação fosse filmada pelas câmeras.

Até o momento, somente um carro que teria sido utilizado pela quadrilha foi localizado, um Volkswagen Jetta Variant preto com placa de Belo Horizonte.

Procurada, a assessoria de imprensa da Polícia Civil (PC) informou que ainda na sexta-feira a delegacia local iniciou as investigações, ouvindo os funcionários e fazendo diligências pelos suspeitos juntamente com a PM. Mais detalhes não serão divulgados no momento para não prejudicar as investigações. Nos próximos dias a corporação deverá convocar uma coletiva de imprensa.

A reportagem de O TEMPO também tentou contato com a assessoria de imprensa da Brink’s, mas até o momento ninguém foi localizado para falar sobre o assunto.

O Tempo

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Brasília – O ministro das Cidades, Bruno Araújo, anunciou ontem novos critérios para a contratação do Programa Minha casa, minha vida (MCMV). A partir de agora, para a edificação de novas unidades serão considerados critérios de urbanização, infraestrutura prévia e a proximidade de locais que ofereçam serviços públicos. Segundo o ministro, o programa passou por um processo de recuperação do Programa Minha casa, minha vida com realismo fiscal, para permitir que as ações caminhem de maneira sustentável. “O Minha casa, minha vida tinha nitidamente atrasos de pagamento, com 70 mil unidades paralisadas na faixa 1 e alto índice de insatisfação dos empreendimentos”, afirmou Araújo em coletiva de imprensa, no Palácio do Planalto. “Os pagamentos agora estão em dia”, completou.

O governo divulgou ontem a seleção de 122 propostas para as novas contratações da faixa 1 do MCMV – que atende famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil por mês – com investimentos de R$ 2,1 bilhões em 77 municípios. Foram escolhidos projetos na modalidade Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), que somam 25.664 novas unidades habitacionais. A relação publicada ontem no Diário Oficial da União abrange 122 empreendimentos localizados em estados das regiões Sudeste (49 propostas), Nordeste (40), Sul (18) e Norte (15).

Um dos pré-requisitos para a aprovação dos projetos era a inexistência de empreendimentos paralisados do FAR nesses municípios. Também ficaram de fora as cidades que já tivessem unidades concluídas e legalizadas há mais de 60 dias, mas com ociosidade superior a 5% do total contratado. O ministério priorizou as propostas de empreendimentos mais próximos aos centros urbanos – uma reclamação frequente em empreendimentos passados – e perto de agências bancárias, lotéricas e pontos de ônibus. A doação ou cessão do terreno pelas prefeituras também pesou nas escolhas.

Pelas novas regras do programa, os projetos devem ter no máximo 500 unidades por conjunto habitacional, podendo chegar a até 2 mil unidades em empreendimentos localizados em cidades com mais de 100 mil habitantes. Araújo lembrou que a meta do governo para novas contratações em 2017 é de 170 mil unidades na faixa 1, 40 mil na faixa 1,5 e 400 mil nas faixas 2 e 3, totalizando 610 mil novas unidades no programa neste ano. “O processo de seleção continua”, afirmou.

Aluguel social

O ministro anunciou ainda que governo vai lançar um novo modelo de “Aluguel Social”, para a construção de empreendimentos pela iniciativa privada com a garantia de 30 anos de aluguel. “Faremos uma parceria com a Caixa para projeto-piloto de novo Aluguel Social, que deve ser anunciado no fim de 2017 ou em 2018”, completou. Segundo o ministro, seriam beneficiadas famílias de baixíssima renda, abaixo da linha definida pela faixa 1 do Minha casa, minha vida. O aluguel social é destinado a pessoas com a chamada “vulnerabilidade temporária”. Têm direito a receber o benefício famílias de baixa renda desabrigadas por acidentes naturais, calamidade pública ou em razão de obras do governo.

*estado de minas

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Brasília, 03 – A produtividade do País pode dar um salto de 1,5% a 2,0% ao ano durante os próximos dez anos com a aprovação da reforma trabalhista. O cálculo é do Ministério do Planejamento, que faz uma avaliação positiva do impacto da mudança na legislação para a economia no momento em que o governo busca apoio para votar a proposta no Senado.

A produtividade, em trajetória decrescente há quase 40 anos, é apontada como um dos entraves para o crescimento sustentável do País. Além da reforma trabalhista, uma agenda de medidas microeconômicas está em elaboração para tirar esse indicador da paralisia.

As estimativas dos efeitos da reforma sobre a produtividade são do assessor especial do Ministério do Planejamento, Arnaldo Lima Junior, que trabalhou na proposta de reforma e participou das negociações no Congresso. O governo tenta retomar a agenda de reformas, mas não tem sido fácil: a votação do parecer da reforma trabalhista prevista para a última terça-feira foi adiada para a próxima semana.

Desde a década de 80, quando o índice de produtividade teve seu auge, com alta de 4,8% na década, houve perda de ritmo, com retração de 1,4% em média ao longo dos anos 90 e alta cada vez menos intensa nas décadas seguintes. Em 2016, o avanço foi de apenas 0,9%.

Dados internacionais evidenciam o problema. Na década de 50, um brasileiro produzia quase o mesmo que três pessoas da Coreia do Sul. Hoje, produz apenas metade do que produz um único sul-coreano. No mesmo período, o trabalhador brasileiro, que produzia o equivalente a 73,9% de um alemão, passou a entregar só 25,7% – é preciso quatro brasileiros para atingir a produtividade de um alemão.

Um ranking sobre a produção de riqueza por trabalhador da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que o Brasil tem um dos piores indicadores: entre os 47 países estudados, a economia brasileira ocupa a 43.ª posição. Em 2015, cada brasileiro empregado produziu uma média de US$ 30,7 mil. Na liderança está a Irlanda, onde cada empregado gerou US$ 159,7 mil.

Economistas dizem que a baixa produtividade é um dos fatores para o País não conseguir ter crescimento sustentável com baixa inflação e aumento de emprego. “Quanto mais produtivos são os trabalhadores, maior é o crescimento do País, o que tende a gerar mais arrecadação”, explica Lima Junior.

O governo argumenta que a proposta de que o negociado possa prevalecer sobre o legislado em determinados casos, como na jornada de trabalho, é um dos caminhos para elevar a produtividade. De acordo com o estudo do Planejamento, os trabalhadores incluídos em negociações coletivas em outros países costumam ser “mais protegidos” do que os demais, que dependem da legislação.

Segundo Lima Junior, as empresas concedem essa maior proteção porque têm a contrapartida em produtividade. É o que ocorre, por exemplo, com a redução da jornada. “Você tem direitos e incentivos. Quem produz mais, ganha mais”, explica.

A aposta do governo é que os trabalhadores, ao perceberem os benefícios, se tornem adeptos da negociação coletiva. Críticos da ideia, porém, dizem que ela poderá impor a vontade do patrão sobre os empregados.

Entre 2012 e 2014, as negociações coletivas abrangeram apenas 0,12% dos empregados com carteira assinada no País. A taxa de cobertura dos acordos coletivos é de 13% nos Estados Unidos, 35% no Reino Unido, 62% em Portugal e 95% na França.

O governo também quer democratizar o regime parcial de trabalho, com jornada de até 25 horas. Segundo dados do governo, o salário por hora pago ao trabalhador nesse regime é de R$ 24,48, mais que o dobro do verificado no integral (R$ 11,67).

As informações são do jornal

O Estado de S. Paulo.

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“Grande decepção”, “irresponsável”, “equivocada”: as reações ao anúncio do presidente americano, Donald Trump, de que vai retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris sobre o clima foram negativas em todo o mundo.

Brasil

Em um comunicado oficial, o Itamaraty manifestou “profunda preocupação e decepção” com a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, anunciada nesta quinta-feira por Trump, e ratificou estar “comprometido” com a implementação do pacto.

“Preocupa-nos o impacto negativo de tal decisão no diálogo e cooperação multilaterais para o enfrentamento de desafios globais”, acrescentou a chancelaria brasileira.

ONU

A decisão dos Estados Unidos de se retirarem do Acordo de Paris sobre o clima é uma “grande decepção”, afirmou na quinta-feira o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric.

“É essencial que os Estados Unidos mantenham um papel dirigente nos assuntos ambientais”, disse Dujarric.

O porta-voz se referiu à vontade do secretário-geral da organização, Antonio Guterres, “de dialogar com o governo americano e todas as partes interessadas nos Estados Unidos”, e disse que ele “tem confiança nas cidades, estados e empresas” americanas para continuar trabalhando pela redução das emissões de carbono.

França

O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que Trump “cometeu um erro para os interesses de seu país e um erro para o futuro do nosso planeta”, ao decidir retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris sobre o clima.

“Lamento” esta decisão. Os “Estados Unidos deram as costas ao mundo”, declarou Macron em uma rápida declaração transmitida pela TV.

Em seu discurso televisionado, Macron parafraseou o slogan da campanha de Trump e, falando em inglês, dirigindo-se aos defensores do clima, convocou-os a “Make our planet great again” (fazer nosso planeta grande de novo).

Mais cedo, em um telefonema de cinco minutos, Macron tinha dito a Trump que era possível “discutir”, mas que “nada nos acordos de Paris é negociável”, informou uma fonte da Presidência francesa.

Em sua declaração, o presidente francês fez um convite aos “cientistas, empreendedores e cidadãos comprometidos” americanos a viajarem para a França para trabalhar em “soluções concretas para o clima”.
União Europeia

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, considerou “seriamente equivocada” a decisão do presidente americano. Nesta sexta-feira, Juncker, afirmou que não há possibilidade de volta atrás no acordo de luta contra as mudanças

O mundo “pode contar com a Europa” para dirigir a luta contra o aquecimento global, indicou em um comunicado o comissário europeu para o Clima, Miguel Arias Cañete.

Alemanha, França e Itália

Os três países afirmaram em uma declaração conjunta que “lamentam” a decisão dos Estados Unidos de sair deste pacto.

“Estamos firmemente convencidos de que o acordo não pode ser renegociado”, na medida em que representa um “instrumento vital para nosso planeta, nossas sociedades e nossas economias”, acrescentaram.

“Consideramos que sua dinâmica é irreversível” e que oferece “oportunidades consideráveis para a prosperidade e o crescimento, em nossos países e em nível global”, insistiram os três líderes.

Donald Trump tomou uma decisão “vergonhosa” ao retirar seu país do Acordo de Paris sobre o clima, afirmou o francês Laurent Fabius, ex-presidente da COP21, que denunciou o “pacote de mentiras” sobre o tema do presidente americano.

Alemanha

A chanceler alemã Angela Merkel afirmou nesta sexta-feira que está “mais determinada que nunca” a agir a favor do clima. “Esta decisão não pode e não vai deter aqueles de nós que acreditam que temos o dever de proteger o planeta”, disse.

Na véspera, Merkel declarou que “lamenta” a decisão de Trump e pediu que se continue com “a política climática que preserva a nossa Terra”.

Vários de seus ministros social-democratas, entre eles seu ministro das Relações Exteriores, advertiram que a decisão de Trump “prejudicará” o mundo inteiro.

Reino Unido

A primeira-ministra britânica, Theresa May, disse ao presidente americano em uma conversa por telefone que o “Acordo de Paris outorga o marco global adequado para proteger a prosperidade e a segurança das gerações futuras, mantendo, ao mesmo tempo, a energia a preços alcançáveis e seguros para cidadãos e empresas”.

No diálogo, May expressou sua decepção com a decisão e destacou que o Reino Unido continua comprometido com o Acordo de Paris.

“O presidente deixou claro que a porta continua aberta para uma futura participação no Acordo”, destacou o governo britânico em um comunicado.

Itália

O presidente do Conselho italiano, Paolo Gentiloni, afirmou que não se deve “retroceder” com o que foi alcançado em Paris.

Estados Unidos

O ex-presidente americano Barack Obama lamentou a decisão do seu sucessor de retirar o país do acordo que ele assinou em dezembro de 2015, alertando que essa decisão faz com que os Estados Unidos “rejeitem o futuro”.

“As nações que permanecem no Acordo de Paris serão as nações que colherão os benefícios em empregos e indústrias criadas”, afirmou Obama em um comunicado.

“Mesmo na ausência da liderança americana, mesmo que esta administração se una a um pequeno grupo de nações que rejeitam o futuro, estou confiante de que nossos estados, cidades e empresas vão avançar e fazer ainda mais para indicar o caminho e ajudar a proteger o único planeta que temos para as futuras gerações”, acrescentou.

China

A agência oficial Xinhua publicou um artigo com o título “A retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris é um retrocesso global”, no qual considera que a decisão do presidente americano, Donald Trump, de sair do acordo de Paris deixa um espaço muito grande para ser preenchido por apenas um país.

“Mas outros atores grandes, como União Europeia, China e Índia reiteram a vontade de aumentar os esforços ante a mudança de opinião dos Estados Unidos sobre este acordo emblemático”, completou a agência.

Canadá

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, ligou para Trump nesta quinta-feira para expressar “sua decepção” com a decisão do presidente americano e transmitir sua intenção de continuar trabalhando com parceiros internacionais para combater as mudanças climáticas.

“Enquanto a decisão dos Estados Unidos é desanimadora, continuamos inspirados pelo impulso crescente em todo o mundo para combater as mudanças climáticas e a transição para economias de crescimento limpo”, disse Trudeau em um comunicado.

O primeiro-ministro prometeu, ainda, continuar trabalhando com estados americanos que apoiam a ação climática “para impulsionar o progresso em um dos maiores desafios que enfrentamos como mundo”.

Dinamarca

O primeiro-ministro dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, disse que esta quinta-feira é “um dia triste para o mundo”, e que “a Dinamarca está pronta para continuar a batalha pelo clima e salvar as gerações futuras”.

Chile

O governo do Chile expressou sua “profunda decepção” com o anúncio de Trump, por considerar que a implementação do Acordo é “fundamental para o bem-estar das gerações presentes e futuras”.

Argentina

O governo argentino expressou que “lamenta profundamente” a medida adotada pelo governo do presidente Donald Trump.

Fiji

O combate conta o aquecimento global prosseguirá, apesar da “infeliz” decisão dos Estados Unidos, afirmou o primeiro-ministro de Fiji, Voreqe Bainimarama, que presidirá a COP23 que acontecerá este ano na Alemanha.

Austrália

O ministro do Meio Ambiente e da Energia, Josh Frydenberg, afirmou que seu país respeitará os compromissos por considerar que o acordo de Paris “é sensato”.

Nova Zelândia

Muitas declarações do presidente Trump são inexatas, reagiu a ministra neozelandesa para a Mudança Climática, Paula Bennett. “Não custará mais aos Estados Unidos que aos outros respeitar o acordo de Paris”, disse.

Polinésia

O presidente da Assembleia da Polinésia Francesa, Marcel Tuihani, afirmou que está “estupefato”.

“Lamentamos profundamente que o presidente dos Estados Unidos não tenha mais consideração pelos povos dos Estados insulares do Pacífico, cuja existência está ameaçada pelos efeitos do aquecimento global cientificamente comprovados”, disse Tuihani.

 

Estado de Minas

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Antes mesmo de vir à tona o conteúdo das delações de Joesley Batista na Operação Lava Jato, um banco suíço usado para movimentar recursos ilícitos para abastecer campanhas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente cassada Dilma Rousseff, conforme relato do empresário, denunciou suas contas para autoridades do país europeu. O volume de dinheiro e os padrões de transferências sem justificativa levantaram a suspeita de crimes financeiros, embora a instituição desconheça os beneficiários das movimentações.

As informações coletadas pelas autoridades da Suíça serão agora encaminhadas para a Procuradoria-Geral da República brasileira. Na avaliação de autoridades suíças próximas ao caso, o Ministério Público Federal terá “forte chance” de apurar mais detalhes sobre as transferências. O banco Julius Baer fechou as contas na Suíça e o dinheiro foi transferido para Nova York, onde hoje vivem Joesley e sua família.

Em sua delação premiada, o empresário afirmou à PGR que reservou duas contas para atender às demandas dos petistas. Segundo ele, o dinheiro era usado para pagar propina a políticos do PT e também a aliados. Joesley contou que as contas chegaram ao saldo de US$ 150 milhões em 2014. O empresário disse também que o dinheiro era operado a mando do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, com o conhecimento de Lula e Dilma. Os petistas negam as acusações.

Mesmo sem o nome dos envolvidos nos extratos, uma vez que operadores e doleiros teriam efetuado as transações, autoridades suíças dizem acreditar que as datas das transferências podem indicar se o dinheiro foi movimentado com maior intensidade nos meses que antecederam eleições no Brasil.

As contas foram alimentadas, segundo autoridades suíças que acompanham o caso, com recursos lícitos dos negócios da JBS e também por dinheiro irregular, em um esquema descrito como “misto”. No entanto, enquanto as contas foram mantidas no país europeu, a movimentação de volumes no Brasil não era de conhecimento nem das autoridades nem do banco. A dinâmica é considerada surpreendente porque companhias suspeitas de crimes financeiros separam as contas “legítimas” das “ocultas”.

Encerramento

Fontes do sistema financeiro da Suíça revelaram ao Estado que as contas foram fechadas após o Julius Baer informar aos administradores do dinheiro que não manteria os recursos na instituição. Grande parte do dinheiro foi então transferida para os Estados Unidos.

Da conta 06384985 no Julius Baer, o dinheiro seguiu para o JP Morgan Chase Bank, em Nova York. Para ocultar os proprietários da conta, os recursos estavam em nome da empresa de fachada Lunsville Internacional Inc. Uma segunda empresa, a Valdarco, também foi usada.

Apesar do encerramento das contas, o Julius Baer informou as suspeitas às autoridades de combate à lavagem de dinheiro da Suíça. Joesley não foi comunicado da decisão do banco em razão da legislação local.

Procurado pela reportagem, o Ministério Público Federal em Berna se recusou a comentar o caso, indicando que não revelaria se Joesley está ou não sob investigação em função da legislação local.

As contas

Joesley contou que a primeira das contas foi usada durante os anos do governo Lula e que, ao final do mandato, em 2010, teria ficado com um saldo de US$ 70 milhões. Quando começou a gestão Dilma, ele disse que fora instruído por Mantega a abrir uma nova conta. As contas deixaram de ser abastecidas, segundo Joesley, em novembro de 2014, quando ele afirmou ter comunicado a presidente cassada em reunião no Palácio do Planalto. O último saldo foi de R$ 30 milhões.

*Estado de Minas

 

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A fila do desemprego no país contava com 14,048 milhões de pessoas no trimestre encerrado em abril de 2017, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quarta-feira, 31, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado significa que há mais 2,636 milhões de desempregados em relação a um ano antes, o equivalente a um aumento de 23,1%. Ao mesmo tempo, o total de ocupados caiu 1,5% no período de um ano, o equivalente ao fechamento de 1,395 milhão de postos de trabalho.
Como consequência, a taxa de desemprego passou de 11,2% no trimestre até abril de 2016 para 13,6% no trimestre até abril de 2017, a mais alta para esse período do ano já registrada na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.

A taxa de desemprego só não foi mais elevada porque 556 mil brasileiros migraram para a inatividade no período de um ano. O aumento na população que está fora da força de trabalho foi de 0,9% no trimestre encerrado em abril ante o mesmo período de 2016.

O nível da ocupação, que mede o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 53,2% no trimestre até abril.

Carteira assinada

Segundo o IBGE, o mercado de trabalho no País perdeu 1,243 milhão de vagas com carteira assinada no período de um ano. O total de postos de trabalho formais no setor privado encolheu 3,6% no trimestre encerrado em abril de 2017, ante o mesmo período do ano anterior, conforme os dados da Pnad Contínua.

O contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado encolheu para 33,286 milhões de pessoas no trimestre até abril, o menor patamar da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.

Já o emprego sem carteira no setor privado teve aumento de 3,1%, com 306 mil empregados a mais. O total de empregadores cresceu 10,6% ante o trimestre encerrado em abril de 2016, com 395 mil pessoas a mais.

O trabalho por conta própria encolheu 3,1% no período, com 702 mil pessoas a menos nessa condição. Houve redução ainda de 119 mil indivíduos na condição do trabalhador doméstico, 1,9% de ocupados a menos nessa função. A condição de trabalhador familiar auxiliar cresceu 1,8%, com 38 mil ocupados a mais.

Estado de Minas

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Combustíveis em Minas vão ficar mais caros. É uma questão de tempo e de urgência do governo de Minas.
Pelo menos é o que indicam os deputados estaduais.
A Assembleia Legislativa de Minas Gerais caminha para aprovar, nesta quinta-feira , em 2º turno, um aumento nas alíquotas de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a gasolina (de 29% para 31%) e o álcool (de 14% para 16%).
Isso significa que o consumidor vai pagar mais caro por esses combustíveis. Quanto? A conferir nas bombas dos postos espalhados pelo estado afora. Continue Lendo…

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