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Foi encontrado na noite desse domingo (23) o corpo de Leonardo Izaac Sérgio, de 34 anos, que morreu afogado após tentar salvar o filho de cinco anos na represa de Três Marias, na Região Central de Minas Gerais.

O menino estava na garupa do pai, em uma moto aquática, quando se desequilibrou e caiu na água durante uma manobra. Segundo testemunhas, o homem pulou na água e conseguiu colocar o garoto de volta no veículo. Mas caiu novamente e afundou.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, antes das buscas serem iniciadas, o corpo foi encontrado por um pescador, que comunicou o fato à Corporação.

Não há informações se os eles usavam de coletes salva-vidas na hora do acidente.

Hoje Em Dia

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Estudantes que pretendem buscar um financiamento e cursar o ensino superior em instituições privadas têm até esta sexta-feira para efetuar a inscrição no portal do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o segundo semestre de 2017. No total, 75 mil novas vagas serão oferecidas. O cadastro foi aberto hoje.

Os interessados, antes da inscrição, podem consultar instituições e cursos ofertados na página do Fies Seleção (fiesselecao.mec.gov.br). A relação dos candidatos pré-selecionados para o segundo semestre de 2017 será divulgada no dia 31, mesma data em que será aberta a lista de espera.

Podem se inscrever no Fies os estudantes que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com média das notas igual ou superior a 450 pontos e nota na redação superior a zero.

O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos.

Os estudantes pré-selecionados deverão concluir a inscrição pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFies), no período de 1º de agosto a 8 de setembro.

A convocação dos alunos que manifestarem interesse em participar da lista de espera ocorrerá de 1º de agosto a 3 de setembro. O período de inscrições para as vagas remanescentes será aberto em 11 de setembro. Os prazos variam de acordo com a condição do aluno.

Novo

A partir de 2018, o Novo Fundo de Financiamento Estudantil será dividido em três modalidades. No total, o programa vai garantir 310 mil vagas, das quais 100 mil a juros zero.

(*) Com Ministério da Educação

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O jornalista Artur Almeida, 57 anos, morreu na noite desta segunda-feira (24) em Portugal onde passava férias. As primeiras informações da família são de que ele teve uma parada cardiorrespiratória, chegou a ser socorrido mas morreu a caminho do hospital. Ainda não se tem detalhes das causas da morte.

Ele era editor-chefe, apresentador do MGTV 1ª edição e trabalhava na TV Globo Minas há mais de 20 anos. Artur deixa a mulher e três filhas.

Minas Gerais perde com certeza um dos seus jornalistas mais importantes e a Globo Minas perdeu um colega, um amigo que deixa uma lacuna profissional imensa e principalmente uma enorme saudade.
Fonte: G1

 

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Diz a Constituição Federal que o salário e os benefícios pagos aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) devem servir de parâmetro para todo o serviço público brasileiro. Mas a determinação não é seguida tão à risca assim – especialmente quando é mais vantajoso para os beneficiários. Pelo menos no Judiciário há parcelas recebidas pelos magistrados em Minas Gerais que não estão disponíveis para os ministros do STF, aqueles que representam uma espécie de “chefes” do poder.

A edição desse domingo (23) do Estado de Minas mostrou que, além de altos salários, os juízes e desembargadores recebem parcelas extras que elevam seus contracheques para valores bem superiores ao teto constitucional de R$ 33.763 – correspondente ao subsídio dos 11 ministros. Uma delas é o auxílio-moradia de R$ 4.377,73, pago aos magistrados e representantes do Ministério Público mineiro, independentemente de terem casa própria na cidade onde prestam serviço.

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Atualmente nenhum dos 11 ministros, segundo a assessoria de imprensa do STF, recebe o benefício para moradia. Lá, a verba só é paga se o magistrado não tiver residência própria ou não tiver acesso a um imóvel funcional, conforme regras previstas no Decreto 1.840/96. Gastos com saúde, que não forem custeados com o plano STF-Med, deverão sair do bolso dos ministros. Para aderir ao plano médico é descontado no contracheque uma contribuição mensal.

O STF também não paga aos seus ministros o auxílio-saúde, que no Tribunal de Justiça e no MP estadual equivale a 10% do salário, variando de R$ 2.612,51 a R$ 3.047,11. E com o detalhe: como é considerada verba indenizatória, não é descontado o Imposto de Renda e a contribuição previdenciária. Lá também não existe o auxílio-livro, verba prevista em lei estadual para que os desembargadores possam comprar livros ligados à profissão, com valores que variam de R$ 13 mil a R$ 15 mil anuais.

O auxílio-alimentação de R$ 884 pago no TJ e no MP não existe no STF. Além dos vales, os desembargadores têm um lanche diário com frutas, biscoitos, bolos e laticínios. Mas assim como os demais magistrados e membros do Ministério Público, os integrantes do STF também têm duas férias por ano, em janeiro e julho, conforme o artigo 78 do Regimento Interno da corte, e recebem um terço do subsídio (R$ 11.254,33) em cada período. Eles ainda têm direito a carros oficiais com motoristas para o deslocamento no cumprimento de atividades funcionais e protocolares. Apenas a presidente Cármen Lúcia Antunes Rocha abriu mão do benefício

Um benefício pago aos ministros é o chamado abono de permanência, calculado em R$ 3.713,93 apenas para aquele que completar os requisitos para a aposentadoria e permanecer em atividade. A regra está prevista na Emenda Constitucional 41/03.

‘BAGUNCISMO’ Neste fim de semana, o EM mostrou ainda que o Judiciário é um dos mais caros do mundo, ficando atrás apenas de El Salvador. No ano passado, o contribuinte brasileiro gastou R$ 175 bilhões com o poder. O próprio ministro do STF Gilmar Mendes qualificou as despesas como parte de um “baguncismo institucional”. “Há um quadro de distorção proporcionado pelo próprio Judiciário, que deu aumentos indiscriminadamente e não freou as regalias. Autoridades viajam a trabalho sempre em assentos da classe executiva, assunto que já foi denunciado em representação ao CNJ. Outro ponto são os penduricalhos, como o auxílio-moradia concedido aos juízes. Não concordo. Isso consome R$ 800 milhões por ano, fora os salários dos magistrados e dos servidores. É um festival de absurdos”, diz Gilmar Mendes.

Para o ministro, os privilégios aumentam a conta, mas não a qualidade do serviço prestado à comunidade. “Gasta-se muito com juízes e desembargadores, todos parecem participar de uma corrida maluca. E não há estrutura básica para os servidores. No interior, você vê gente recebendo pelos tribunais e trabalhando nas prefeituras.”

Fonte: Estado de Minas

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Proposta que reduz número de parlamentares no país lidera consulta no Senado, mas está encalhada desde 2015. Matérias sobre maconha e Bolsonaro também têm grande preferência

Três consultas mais populares no site do Senado sobre matériass em tramitação mobilizam juntas mais de 1,5 milhão de eleitores e são motivo de correntes em redes sociais e muitas disputas ideológicas. A mais popular é a proposta de emenda à Constituição (PEC) que pede a redução do número de parlamentares no Congresso Nacional. De autoria do senador Jorge Viana (PT-AC), a proposta diminui de 81 para 54 o número de senadores e de 513 para 385 o de deputados. Essa proposição já conta quase 1,4 milhão de votos, a maioria esmagadora a seu favor. .

Apesar do amplo apoio, a PEC está parada na Comissão de Constituição e Justiça desde 2015, aguardando parecer do relator, Romero Jucá (PMDB-RR). Ela altera os artigos 45 e 46 da Constituição Federal e estabelece que cada estado e o Distrito Federal elegerão dois e não mais três senadores, como é atualmente, que permaneceriam com o tempo atual de mandato que é de oito anos. A proposta não muda o tempo de mandato no Senado, que continuaria de oito anos. Na Câmara, ela mantém o critério de representação proporcional à população de cada unidade da federação, mas diminui o número de deputados por estado, que passaria de oito para seis e no máximo de 70 para 53.

A segunda proposição mais acessada e também alvo de campanhas para votação nas redes sociais é a que pede a absolvição do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), réu em ações no Supremo Tribunal Federal (STF) por incitação ao crime de estupro e injúria contra a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS). A condenação pode levar o parlamentar, pré-candidato a presidente da República, à inelegibilidade. Só essa consulta tem quase 200 mil votos e segue quase empatada.

No último levantamento, a maioria dos internautas (54,2%) eram contrária à anistia contra 45,8% que defendem a absolvição do deputado. A sugestão para a absolvição de Bolsonaro não é um projeto. Ela é apenas uma ideia legislativa – sugerida via internet pelos eleitores – que passa a ser analisada pelo Senado quando atinge o número mínimo de 20 adesões no período máximo de quatro meses.

Quando esse patamar é atingido, elas são analisadas pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado e se receber parecer favorável pode começar a tramitar. A de Bolsonaro, que começou a tramitar em abril e demorou 10 dias para alcançar 20 mil apoios, dificilmente vai vingar. A relatora dessa ideia, feita pelo mineiro Sérgio de Pádua, é a senadora Gleisi Hoffman (PT-SC).

maconha Outra ideia popular no site do Senado pede a descriminalização da maconha para uso próprio. De autoria de Gabriel Henrique Rodrigues de Lima, ela começou a tramitar em 29 de junho e em três dias já tinha o apoio de 28 mil internautas. “Visando a qualidade de vida dos consumidores da planta, essa proposta tem como objetivo conseguir o que a longo prazo será inevitável: Descriminalização do cultivo pra uso próprio”, diz a ideia, que promete ser outra campeã de audiência. Em 2015, uma sugestão para a liberação do uso da substância ativa da maconha para fins medicinais teve parecer favorável pelo seu prosseguimento, mas sua tramitação não vingou. No entanto, o uso da maconha para fins medicinais acabou liberado, em março deste ano, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Três sugestões legislativas do Senado já viraram lei. Uma delas obriga o estado a comprovar o uso de madeira legal em obras públicas, outra concede aposentadoria especial aos enfermeiros e a terceira regulamenta a carreira desses profissionais.

*Estado de Minas

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O acidente ocorreu no sentido Vitória. A pista principal está fechada sem previsão de liberação e o trânsito é desviado pela marginal

Uma carreta bitrem tombou na madrugada desta segunda-feira no Anel Rodoviário, altura do km 534, no Bairro Alto dos Pinheiros, região Noroeste de Belo Horizonte.  O acidente ocorreu no sentido Vitória. A pista principal está fechada sem previsão de liberação e o trânsito é desviado pela marginal.

A carreta saiu de Rio Claro (SP) com destino a Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de BH. Ela transportava resíduos sólidos que seriam incinerados em uma fábrica de cimento. Segundo os bombeiros, são resíduos de produtos recolhidos em ocorrências dessa natureza. A empresa responsável pelo veículo atua no recolhimento de cargas de produtos perigosos em acidentes de trânsito.

O motorista estava sozinho no veículo e não se feriu. A suspeita da Polícia Militar Rodoviária (PMRv) é de que uma das rodas da carreta entrou em uma canaleta da rodovia, o que resultou no tombamento.

As duas marginais sentido Vitória estão liberadas, mas, por causa do grande número de veículos, o trânsito é lento. Por volta das 8h30, o congestionamento chegava a 7 quilômetros.

*Estado de  Minas

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O ex-presidente só perde os direitos políticos após o TRF4 concluir o julgamento e se os desembargadores decidirem acatar as decisões do juiz Sérgio Moro

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva volta agora a atenção para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre. Ele será julgado pelos desembargadores João Pedro Gebran, Leonardo Paulsen e Victor Luiz Laus. Segundo apurou o Correio, mais de 96% das decisões de Sérgio Moro são aceitas pela 2ª instância do Paraná. De um total de 432 recursos e habeas corpus, 17 foram acatados pelos desembargadores.

Há uma expectativa de que os desembargadores do TRF4 julguem o caso antes das eleições de 2018. O ex-presidente só perde os direitos políticos após o TRF4 concluir o julgamento e se os desembargadores decidirem acatar as decisões do juiz Sérgio Moro. Uma condenação nessa esfera do Poder Judiciário também enquadra Lula na Lei da Ficha Limpa, deixando o ex-presidente inelegível. A prisão só ocorre após o processo percorrer todas as instâncias na Corte.

O subprocurador-geral da República, Carlos Eduardo Vasconcellos, professor de ciências penais, destaca que o processo tramita com mais celeridade no TRF do que em primeira instância. “Não existe prazo para a Corte de segunda instância avaliar este caso. Mas o que temos percebido é que há uma agilidade”, destaca o professor.

Caso a defesa de Lula recorra da decisão do magistrado, os advogados devem apresentar as alegações no prazo de 15 dias. Em seguida, o Ministério Público tem mais duas semanas para apresentar seu parecer sobre o caso. E já avisou que vai recorrer do tempo da pena. Moro recebe todos os documentos e envia imediatamente aos desembargadores. Chegando à Corte, o processo recebe um relator, que vai abrir vistas (posicionamento) ao MP, que terá o tempo de 15 dias a um mês para se pronunciar.

Somente após essas etapas, o relator do caso solicita ao presidente da turma que uma audiência seja marcada. Até que esse processo ocorra no TRF4, Lula pode concorrer a qualquer cargo público, inclusive se eleger para presidente. A professora Kátia Kufa, da Faculdade de Direito do IDP, destaca que o magistrado pediu a suspensão dos direitos políticos. “Se não tiver sentença até o dia da eleição, ele pode concorrer a qualquer cargo público. Uma eventual condenação por um colegiado, como é o caso do TRF, resulta em impedimento de candidatura com base na Lei da Ficha Limpa”, destacou Kufa.

*Estado de Minas

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Três homens foram presos por latrocínio, sequestro e associação criminosa. Boletim de ocorrência revela que os bandidos comemoraram a morte do PM

Policiais militares da região da Zona da Mata, o Batalhão de Operações Especiais (BOPE), equipes de BH, com o apoio de uma aeronave continuam à procura do quarto homem envolvido no assalto que deixou dois mortos e outros dois feridos na manhã dessa segunda-feira em Santa Margarida. Nesta terça, os corpos do cabo da PM Marcos Marques da Silva, de 36 anos, e do vigilante Leonardo José Mendes, 53, foram sepultados em Manhuaçu e Santa Margarida, respectivamente. Policiais da capital e do interior do estado fizeram um sirenaço em homenagem ao militar nesta manhã.

Por volta das 9h de ontem, criminosos armados com espingardas calibre 12 e fuzis assaltaram uma agência do Banco Sicoob de Santa Margarida. Em seguida, seguiram para o Banco do Brasil, quando houve troca de tiros, Leonardo foi atingido e morreu no local. Os criminosos fizeram dois reféns e fugiram em uma picape com as vítimas servindo de escudo.

Conforme o boletim de ocorrência, o cabo Marcos mandou os homens se renderem, mas eles responderam com mais disparos. O militar revidou com um tiro, mas as pessoas que estavam na caminhonete pediram para ele não atirar, porque eram reféns. O policial cessou os disparos, mas os autores avançaram e o atingiram. Ele apresentava mais de quatro perfurações no rosto e uma no ombro esquerdo. Um colega de farda levou o cabo Marcos para o hospital da cidade, onde a morte foi confirmada.

Ainda segundo o documento, os criminosos na caminhonete chegaram a comemorar, com gritos, a morte do policial. Eles libertaram os reféns após saírem da área urbana da cidade. O motorista reduziu a velocidade do veículo e as vítimas foram obrigadas a pular, sofrendo escoriações.

Um cerco foi armado na região, enquanto os criminosos fugiam em direção à zona rural com os reféns. Por volta das 12h, a caminhonete, uma Fiat Toro, foi encontrada, abandonada no mesmo local em que as vítimas foram liberadas. Em um matagal próximo, a polícia encontrou várias armas e munição.

As primeiras informações do local eram de que oito criminosos estavam envolvidos na ação, mas a Polícia Militar confirmou nesta terça que eram quatro, conforme consta no boletim de ocorrência. De acordo com a Polícia Civil, os homens presos na operação de ontem foram identificados como Josimar Pereira Rodrigues, 30 anos, Sirlande da Silva Ferreira, de 27 anos, e Wesley Rosa Firmino, de 21. Eles foram presos em flagrante por latrocínio, sequestro e associação criminosa.

Na noite passada, antes do registro do BO, a Polícia Militar divulgou o nome Silvonei da Silva Ferreira, de 30 anos, como um dos três detidos. Mas, nesta terça, tanto a PM quanto a Polícia Civil informaram que esse nome não consta entre os envolvidos na ocorrência. O quarto suspeito, que está foragido, tem 34 anos.

Ainda segundo a PM, à noite chegou a informação de que outros dois moradores da cidade foram baleados durante o assalto e haviam sido socorridas no Hospital de Carangola. Uma mulher de 47 anos foi atingida no braço direito e ficou internada. A outra vítima, um idoso de 73 anos, foi atingido de raspão no braço direito e, em seguida, o projétil perfurou o abdomên pela frente e saiu pelas costas. Ele precisou ser transferido para o Hospital César Leite, em Manhuçu.

*Estado de Minas

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O texto, enviado pelo governo, cria seis fundos de investimento para o estado. O imobiliário trata da alienação de imóveis

Depois de muita discussão e polêmica, com 48 votos favoráveis e 16 contrários, os deputados estaduais aprovaram na noite desta terça-feira, em primeiro turno, o projeto de lei que cria seis fundos para o governo de Minas. Entre eles está um de investimento imobiliário que possibilitará a negociação de cotas da Cidade Administrativa, sede do governo mineiro e principal obra da gestão do ex-governador Aécio Neves (PSDB).

O complexo é avaliado em R$ 2 bilhões, metade dos R$ 4 bilhões que o Executivo pretende arrecadar com a proposta aprovada.

O texto foi aprovado em meio a críticas da oposição. Foram apresentadas 74 emendas, mas elas foram rejeitadas. O Executivo conseguiu a aprovação na terceira reunião do dia convocada somente com essa pauta.

“O que esse projeto pretende é vender o patrimônio que é de todos os mineiros”, protestou o líder da oposição, deputado Gustavo Corrêa (DEM). Ele pediu que os parlamentares não se deixassem levar pela pressão do Palácio da Liberdade. O deputado Carlos Pimenta (PDT) também reclamou o fato de os fundos terem sido votados em conjunto.

O líder do governo Durval Ângelo contesta as críticas e diz que serão criados seis fundos de investimentos, sendo dois para parcerias público privadas, dois imobiliários, um de securitização da dívida pública e um destinado a empréstimos a empresas. “Eles são importantes porque criam um círculo virtuoso de crescimento e, neste momento, Minas Gerais tem que ter esses mecanismos de intervenção e captação de recursos para projetos de desenvolvimento no mercado. Nossa expectativa é de geração de R$ 4 bilhões em um primeiro momento”, afirmou.

Durval argumenta, ainda, que projetos semelhantes estão sendo adotados pelos governos do PSDB em São Paulo, de Geraldo Alckmin no estado e João Dória na capital. De acordo com o petista, trata-se de usar imóveis ociosos, tirando deles recursos para investir. (Com informações da Agência ALMG)

  • Estado de Minas
 
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Temperatura mínima na capital mineira foi de 8,9 graus. Durante o dia, os termômetros não devem ultrapassar 19 graus

Belo Horizonte registra mais uma manhã fria nesta quarta-feira.
A sensação térmica nas Regiões Oeste e Centro-Sul foi de -3 graus, conforme registrado na Estação Cercadinho, do Instituto Nacional de Metereologia (Inmet).
Contudo, diferentemente do ocorrido na segunda e terça-feira, não houve recorde de baixa temperatura, segundo o PucMinas/TempoClima. Os termômetros marcaram 8,9 graus na capiral mineira.

Não há previsão de chuva e o céu permanecerá nubladodurante todo o dia. A temperatura máxima em BH deverá ficar em 19 graus e a umidade relativa do ar, em 40%.

De acordo com o metereologista Heriberto dos Anjos, “houve aumento de nebulosidade nesta quarta-feira, que provocou nevoeiro em algumas regiões de BH no início da manhã e ligeiro aumento das temperaturas”.
No interior, os municípios de Maria da Fé e Monte Verde, no Sul do estado, registraram a temperatura mais baixa de Minas Gerais nesta quarta-feira, com termômetros marcando 0.8 graus. Há possibilidade de geadas na Região Sul, segundo o PucMinas/TempoClima.
Nas Regiões Norte, Leste e Noroeste, o clima está mais seco e, no período da tarde, a temperatura deve seguir elevada com termômetros marcando 29 graus.
*Estado de Minas
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